Já muito escrevi sobre esta frase, e ainda tenho muito para escrever, até que um dia ela se torne verdade no meu subconsciente.

Todos os dias, eu faço o melhor que sei, mas há alturas que acho que podia ter dado mais um pouco, ou feito algo de forma diferente, ou ter respondido daquela maneira…

Acontece, que se esse sentimento de insegurança surge, é porque eu não me aceito da forma que sou. E se não me aceito, como posso amar-me? E se não me amar, como posso amar alguém? Seja filhos, amigos, familiares, o mundo?

Não pode haver dualidade na vida. Não posso afirmar algo que não sinto, ou dizer que o sinto por outro ser, se eu não experiencio esse sentimento.

Há exercícios que podem ajudar a aumentar a autoestima, é certo. Mas o amar-me e aceitar-me tal como sou, hoje sei que é um estado. Um estado de amor, que irradia para tudo o que me rodeia.

Julgo-me cada vez menos, e estou atenta ao que vai na mente, e aos pensamentos que alimento, e acima de tudo o confiar na vida, e que tudo o que acontece é para meu beneficio, e a pouco e pouco, aceito-me da forma que sou.

Não se trata de granjear a aprovação dos outros, mas sim a minha aprovação, e que tudo é um resultado, não tem nada a ver com sucesso ou fracasso.

Nos últimos tempos tenho feito o que me dá mais gosto de fazer.

Desde o sabão para uso cá de casa, a detergentes… Sempre pensei que fosse mais complicado. Ou melhor, nunca acreditei nas minhas capacidades e limitava-me. Ah, como me limitei durante anos a fio, achando que nunca seria capaz de fazer determinadas coisas.

Descobri que se colocar amor em tudo o que faço, o resultado é sempre perfeito, porque não há expectativas, apenas o processo de criar.

Por isso acredito que hoje e só por hoje, eu amo-me, aceito-me e aprovo-me tal como sou.

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